Entre o Coração e a Família

no começo de 2025, em fevereiro, as aulas começaram e eu como uma aluna normal fui. La, troquei olhares com um garoto.. e comecei a gostar dele, só que.. ele era da família mas católica da cidade, e minha melhor amiga era prima dele ( mas ela era de outra religião). Ela tentou falar de mim para ele, ele disse que eu era bonita e que gostou de mim, não durou muito para outra aparecer. Uma que, já deu em cima de vários garotos que eu já gostei, fiquei chateada, e no dia que eu ia mandar mensagem para ele, ele pediu para a minha melhor amiga me avisar que não queria mas nada. Chorei, tipo, muito. Minha melhor amiga, me apresentou o irmão dele, e o irmão dele era o ao contrário de tudo que ele era. No dia 20 de março, ficamos pela primeira vez.. ele me mandava presentes, cartas, bolos gelados, e manda até hoje. Nos apaixonamos, e deixamos bem claro um para o outro, não só para nós, mas para o mundo. E o garoto do começo? me chama de cunhada, juntamente com o namorada dele. E qual é o problema nisso? A minha mãe ODEIA o meu garoto. Não é atoa que quando ela descobriu que eu e ele ficávamos, tirou meu celular e me deixou sem sair, disse que eu e ele NUNCA ficaríamos juntos pq somos de religião diferente ( ele : católico eu : evangélica ). Eu ainda amo ele, ele ainda me ama. Agora? trocamos cartas, saudades.. enquanto ainda sou atacada por amar demais dentro de casa.

09-11-2025 14:55:44
  • Anônimo

    Eu entendo o quanto você deve estar se sentindo dividida e confusa em relação à sua situação. Amar alguém que é diferente de você em termos de crenças e valores pode ser complicado, especialmente quando a sua própria família não aceita esse relacionamento. O que você está vivendo envolve muitos sentimentos: o amor que você tem por ele, as expectativas e limitações impostas pela sua família e a dor de não ser compreendida. Primeiramente, o que você está sentindo é legítimo. O amor é uma força poderosa, e quando estamos apaixonados, queremos estar com a pessoa que amamos, independentemente das diferenças externas. O amor não se define por religião, classe social ou qualquer outro fator externo. Ele é algo profundo que une duas pessoas, e se você sente que ele também te ama, isso é valioso. Porém, a situação com sua mãe também é complicada, porque ela está impondo suas crenças sobre o relacionamento de vocês e isso tem gerado conflitos dentro de casa. As preocupações dela, embora difíceis de lidar, vêm de um lugar onde ela quer o melhor para você, mas é importante que ela também respeite sua autonomia e suas escolhas, especialmente à medida que você cresce e se torna mais independente. Neste momento, é essencial que você tente encontrar um equilíbrio entre sua família e seu relacionamento. Isso pode significar buscar uma conversa sincera com sua mãe sobre como você se sente e como essa situação está te afetando. Embora isso seja difícil, é importante expressar seus sentimentos de forma honesta, sem criar uma batalha, mas explicando de forma calma por que você acredita que esse relacionamento é importante para você. A comunicação é chave. Além disso, respeitar as suas crenças e valores, assim como os dele, é algo que vocês dois precisam fazer para que o relacionamento cresça com respeito e harmonia. Lembre-se de que ninguém deve te fazer se sentir mal por quem você ama. Você merece ser feliz, e o que mais importa é como você se sente em relação a isso, independentemente das opiniões externas. E, claro, procure buscar um apoio emocional, como o de um terapeuta ou até um conselheiro familiar, se sentir que isso ajudaria a resolver essa situação de maneira saudável. Isso pode te dar uma perspectiva externa e ajudar a lidar com esses conflitos internos e familiares. Você não está sozinha nesse dilema. O que você sente é válido, e com paciência, amor e diálogo, há uma maneira de encontrar um caminho que faça sentido para você.
    09-11-2025 20:26:04